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Site calcula custo de rotatividade de funcionários PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Alcantara   
Seg, 03 de Agosto de 2015 12:19
Um restaurante com nove funcionários que paga um salário médio de R$ 1.500 aos seus empregados e que troca um de seus empregados por ano gasta R$ 10.812 com a reposição. Nos custos são levados em conta o gasto com a demissão do antigo funcionário, com o anúncio da vaga, do telefone para chamar os candidatos, do treinamento do novo contratado e da queda de produtividade que naturalmente acontece quando uma pessoa inexperiente assume um posto.
 
A conta foi feita por uma calculadora on-line de custos que as empresas têm com rotatividade. Por ele é possível inserir características da empresa, o setor em que ela atua, o número de funcionários, a remuneração média e a taxa de rotatividade mensal, e ela mostra quanto a empresa gasta para repor.
 
Quem desenvolveu o mecanismo foi uma empresa de anúncio de vagas, a Emprego Ligado. A calculadora está disponível no site da empresa [confira aqui]. Os custos variam de acordo com o setor. Uma loja com o mesmo número de funcionários, a mesma folha de pagamentos e igual rotatividade do exemplo do restaurante acima irá gastar R$ 8.112 com reposições durante um ano.
 
O diretor-executivo Jacob Rosenbloom afirma que a maioria das empresas sabe que a rotatividade custa caro, mas elas não têm a medida exata de quanto sai e a calculadora irá ajudar nisso. Ele cita a queda da produtividade do novo empregado como um dos fatores desconhecidos para o grosso dos empregadores.
 
Ele diz ainda que apesar de o desemprego estar aumentando, a 'dinâmica do mercado de trabalho no Brasil mostra que as pessoas continuarão em busca de melhores oportunidades', o que faz com que a rotatividade continue relativamente alta.
 
 
TCU faz acordo com matemáticos para agilizar análise de contas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Alcantara   
Qui, 30 de Julho de 2015 09:10
Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) criará modelos matemáticos para identificar possíveis irregularidades em contas da União
 
 
Diante da gigantesca quantidade de contas públicas para serem analisadas por uma equipe pequena, o Tribunal de Contas da União (TCU) pediu ajuda a um grupo de matemáticos para encontrar uma forma mais rápida e eficaz de realizar esse processo. O tribunal firmou nesta quarta-feira um acordo de cooperação com o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). O objetivo é desenvolver operações matemáticas que identifiquem contas com indícios de irregularidades - e necessitem, portanto, de investigação.
 
O diretor-geral do Instituto, César Camacho, selecionou um grupo de estudiosos das mais diversas áreas da matemática para auxiliar os auditores. Juntos, eles desenvolverão uma operação capaz de agilizar o processo. "Nossa contribuição será no sentido de desenvolver modelos matemáticos destinados a identificar determinados padrões em bancos de dados utilizados pelo TCU em seus processos de auditoria. A análise destes padrões pode sugerir a necessidade, em alguns casos, de uma investigação mais aprofundada", explica.
 

As conversas começaram quando Camacho foi procurado pelo presidente TCU, Aroldo Cedraz. "Montei um grupo de matemáticos para cooperar com os auditores. Agora, com o pacto firmado, eles poderão trabalhar juntos e criar o melhor método para suprir essa necessidade", afirma o diretor do Impa. A assinatura do acordo ocorreu na sede do tribunal e contou com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo.


Fonte: veja
 
USP lança na web curso gratuito de administração de empresas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Alcantara   
Qua, 29 de Julho de 2015 15:27
Professor da Faculdade de Economia e Administração ensina conceitos básicos para quem deseja fazer negócios
 
 
Por meio de 17 videoaulas é possível aprender os principais fundamentos da administração (Foto: Shutterstock)
Tempo, produtividade, inovação, trabalho, multitarefa, internet, computador, tecnologia Por meio de 17 videoaulas é possível aprender os principais fundamentos da administração (Foto: Shutterstock)
 
A Universidade de São Paulo (USP), em parceria com Fundação Lemann, acaba de lançar um curso online e gratuito sobre fundamentos da administração. Por meio de 17 aulas em vídeo, os alunos aprendem conceitos que vão desde ciência social aplicada até ferramentas para melhorar o desempenho de um negócio.
 
O curso é ministrado por Hélio Janny Teixeira, professor titular da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP) e transmitido pela plataforma Veduca. Não é necessário ter nenhum tipo de conhecimento específico do assunto. Segundo o professor, qualquer pessoa interessada na área pode participar.
 
Ao longo das aulas, o aluno também recebe sugestões de bibliografias complementares para aprofundar o conteúdo. Confira o curso completo aqui.
 

Fonte: Revista PEGN (dica Cícero Nery)
 
Crédito da Foto: Shutterstock
 
A Qualidade nu cumprimento das obrigações acessórios digitais PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Alcantara   
Sex, 24 de Julho de 2015 13:33

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE E DA CONSISTÊNCIA DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS E FISCAIS NAS DIVERSAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DIGITAIS

Atualmente os empresários brasileiros vem sendo bombardeados com diversas obrigações acessórias que devem prestar digitalmente, o exemplo mais comum é o SPED –Sistema Público de Escrituração Digital.

Ressalta-se ainda que as obrigações fiscais digitais afetam a todas as empresas de uma forma ou de outra independente do porte.
 
Os órgãos estaduais e municipais seguindo a mesma trilha vem implantando esse modelo de obrigações, inclusive para a obtenção de benefícios, como no caso do crédito acumulado de ICMS no estado de São Paulo.
 
Para o atendimento destas obrigações os contribuintes contam com diversos softwares existentes no mercado que facilitam o cumprimento destas obrigações.
 
Entretanto, uma grande falha da maioria das empresas que desenvolvem e oferecem estes softwares é que estão focadas apenas no atendimento destas obrigações, ou seja adaptando as informações contábeis e fiscais ao layout exigido pelos órgãos fiscalizadores, sejam eles federais, estaduais ou municipais.

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Empresas terão de entregar declaração de planejamento tributário PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Alcantara   
Sáb, 25 de Julho de 2015 11:35
Para a Receita, a medida "visa aumentar a segurança jurídica no ambiente de negócios do país e gerar economia de recursos públicos em litígios desnecessários e demorados"
 
 
O governo decidiu adotar uma nova relação com as empresas que fazem planejamentos tributários, ou seja, aquelas que usam as brechas legais para pagar menos tributos.
 
Para tanto, a Medida Provisória nº 685, publicada no "Diário Oficial da União desta quarta-feira (22), estabelece que aquelas empresas terão de enviar à Receita Federal uma declaração informando previamente as operações que possam acarretar a falta ou o atraso no recolhimento de tributos.
 
Para a Receita, a medida "visa aumentar a segurança jurídica no ambiente de negócios do país e gerar economia de recursos públicos em litígios desnecessários e demorados". A declaração será entregue à Receita até 30 de setembro, relatando as operações realizadas no ano anterior.
 
Segundo o secretário da Receita, Jorge Rachid, a nova declaração "dará mais segurança jurídica aos contribuintes, que poderão consultar o órgão sobre um planejamento tributário futuro. A sistemática melhora a relação fisco-contribuinte, aumenta a segurança jurídica e reduz os litígios".
 
A Receita diz que a ausência de informações completas e relevantes a respeito das estratégias de "planejamentos tributários nocivos" é um dos principais desafios enfrentados pelas administrações tributárias no mundo. "O acesso rápido a essas informações oferece a oportunidade de responder rapidamente aos riscos de perda de arrecadação tributária por meio de fiscalização ou de mudança na legislação."
 
O principal objetivo da declaração é instruir a administração fazendária com informações rápidas a respeito do planejamento tributário. "A medida também visa a segurança jurídica da empresa que revela a operação, inclusive com cobrança apenas do tributo devido e de juros de mora caso a operação não seja reconhecida, para fins tributários, pela Receita."
 
O advogado Fernando Grasseschi Machado Mourão, do escritório Braga & Moreno Consultores e Advogados, avalia que a exigência de entregar a declaração traz mais insegurança aos empresários.
 
"As novas regras criam um subjetivismo quanto às operações praticadas, na medida em que permitem que o fisco avalie a licitude e a pertinência de operações como incorporações, aquisições etc., desprezando o fato de que os administradores devem considerar nos negócios os custos tributários para a preservação da empresa e se reorganizar para esse fim", diz o advogado.
 
Segundo Mourão, a Constituição dá aos contribuintes algumas garantias contra essa interferência, como segurança jurídica, legalidade e não interferência na iniciativa privada.
 
DÉBITOS X PREJUÍZOS FISCAIS
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